quarta-feira, abril 22, 2009

Wine Challenge
Realizou-se recentemente em Londres.
Das muitas novidades de mercado, constactou-se que os neo-zelandeses estão a fazer vinho com menos açucar, é a nova tendência de mercado . Acerca dos vinhos chilenos, todos os foram medalhados e um recomendado, ou seja, os produtores portugueses que apostaram no Syrah vão ter de competir com o syrhaz chileno, de qualidade reconhecida e preço interessante e muito medalhados. Quem é conhecedor da realidade nacional e externa afirma que a aposta nas castas portuguesas é apostar em algo único. Com chardonnay, cabernet e syrah será muito dificil competir lá fora.

terça-feira, abril 21, 2009

El Bulli


Será surpresa se disser que foi considerado pelo 4º ano consecutivo o melhor restaurante do mundo pela prestigiada revista "Restaurant"?
Poderá clicar aqui e aceder à lista dos 50 melhores restaurantes do mundo.

terça-feira, abril 07, 2009

Chão Rijo Branco 2006 Regional
De um amarelo acentuado, este vinho apresentou-se muito frutado e floral no aroma.
Na boca, evidenciou boa textura revelando personalidade, optimizada por uma boa acidez, transmitindo-lhe uma certa profundidade. O vinho contém 11,5º Vol.
Consumir a: 10ºC

«Ferreira Lapa escreveu em 1866: «Colares é um vinho que possui todos os requisitos e qualidades dos vinhos tintos de MEDOC, é o vinho mais francês que possuímos. Os que alcoolizam este vinho para o puxar ao tipo geral dos nossos outros vinhos cometem um erro industrial e um desacato à elegância do bom gosto. A aguardente empasta e obscurece os sabores delicados deste vinho, fica descozida neles, tira-lhe o aroma fino do éter tartárico e do éter butírico, substituindo-o pelo cheiro vinoso, picante e alcoólico dos vinhos carregados em lota.

A adega foi criada especialmente para por cobro à confusão reinante na região. Uma vez que era prática corrente vinificar uvas provenientes das areias soltas em mistura com uvas de chão rijo, aguardentação e mistura de vinhos provenientes de outras regiões, para descrédito do vinho de Colares.

Delimitação da Região
A área de produção da DOC vinho Colares, compreende as freguesias de Colares, São Martinho e São João das Lampas, do concelho de Sintra.

Solos
As vinhas destinadas à produção dos vinhos com DOC Colares devem ser instaladas em:1. Regossolos psamíticos, de areias assentes sobre materiais consolidados, tradicionalmente designados «chão de areia».2. Solos calcários pardos de margas ou materiais afins, tradicionalmente designados «chão rijo», aptos para a produção de vinho branco ou de vinho tinto.

Castas
1. As castas a utilizar para a produção dos vinhos de Colares são:a) Em chão de areia:Vinhos Tintos:Castas Recomendadas: Ramisco, com representação mínima de 80% do total.Castas Autorizadas: João Santarém, Molar e Parreira Matias:Vinhos Brancos:Castas Recomendadas: Malvasia, com representação mínima de 80% do total.Castas Autorizadas: Arinto, Galego Dourado e Jampal.

b) Em chão rijo:Vinhos Tintos:Castas Recomendadas: João Santarém, com representação mínima de 80% do total.Castas Autorizadas: Molar, Parreira Matias e Tinta - Miúda.Vinhos Brancos:Castas Recomendadas: Malvasia, com representação mínima de 80% do total.Castas Autorizadas: Arinto, Galego Dourado, Fernão Pires, Jampal e Vital.

2. A comercialização de vinhos com referência a uma casta só pode ser feita em relação às castas recomendadas, com prévia autorização da CVRBCC.

Práticas culturais
As vinhas destinadas a produção devem ser conduzidas em forma baixa, e, se aramadas, não deve o arame inferior, no qual será obrigatoriamente conduzida a cepa, exceder a altura de 30 cm.

Na plantação das vinhas em chão de areia respeitar-se-á a prática tradicional de «unhar» a vara de pé franco, no estrato subjacente à camada de areia.

Vinificação
Os vinhos devem provir de vinhas com, pelo menos, quatro anos de enxertia e a sua elaboração deve decorrer dentro da zona de produção em adegas inscritas, aprovadas e controladas pela
CVRBCC.

As castas tintas são vinificadas em curtimenta com 50% de desengace, quando destinadas a estagiar durante anos; quando este vinho é encontrado à venda novo «um, dois anos» ele é proveniente de curtimenta com separação de engaços e colagens sucessivas, assim como tratamento pelo frio, por forma a raspar as substancias sólidas o mais rapidamente possível para se tornarem mais suaves na sua juventude; este vinho não se deve guardar durante muito tempo; isto é, deve ser consumido jovem.

As castas brancas são vinificadas de bica - aberta e tratadas através do frio.
Os vinhos brancos e tintos com DOC Colares podem incorporar até um máximo de 10% de produtos a montante do vinho provenientes de vinhas de chão rijo que satisfaçam as exigências estabelecidas.

Rendimento por hectare
A produção máxima por hectare das vinhas destinadas aos vinhos com direito à DOC Colares é fixada em 55 hl para os vinhos tintos e em 70 hl para os vinhos brancos.

Estágio
Os vinhos DOC Colares só podem ser comercializados após estágio mínimo de:a) Vinhos tintos: 18 meses em vasilhame, seguidos de 6 meses em garrafa.b) Vinhos brancos: 6 meses em vasilhame, seguidos de 3 meses em garrafa.Os vinhos tintos e brancos, a comercializar com DOC Colares, devem ter um título alcoométrico mínimo de 10% vol. »

Texto contido nas aulas on line do site Lusa Wines

quinta-feira, abril 02, 2009

Castelo rodrigo Touriga Nacional 2005,Doc Tinto
Este vinho produzido a partir de vinhas situadas numa região de clima continental mediterrâneo, com solos de xistos e arenitos. É vinificado com a casta Touriga Nacional. Criado com uvas determinadas de castelo Rodrigo com acompanhamento de maturação. Vinificado com maceração prolongada com controlo de temperatura de fermentação. Estagio durante 8 meses em barricas de carvalho francês.
Aroma a amoras silvestres e bergamota num fundo floral, bem característicos da casta. Bem estruturado na boca.
O preço face à qualidade é fantástico e no entanto, ao invés de vinhos de valor mais elevado de regiões mais quentes, a presença da touriga nacional não sofre metarmofoses, demonstrando que a casta plantada no "terroir" correcto, independentemente do target vínico que queremos atingir, realça os seus aromas florais com bergamota a mistura.
Consumir a: 16/17ºC
Óptimo até: 2012